terça-feira, 16 de junho de 2009

Sem grandes novidades...

Uma noite vi uma mensagens sua não lida.
Resolvi não ler. Sabia que era tão longe, tão distante que resolvi passar. Afinal já tinha tanto tempo... tava longe demais.
Passaram-se dias, semanas e aquela mensagem não lida em negrito ficava ali, parada. Como uma mancha na parede, algo pra não se ver. Mas que está ali. Com o tempo me acostumei com ela daquele jeito. Até nos falamos. Esqueci até.
Aí, outro dia, não sei porque resolvi abrir a mensagem... só pra ver. Já estava por cima daquilo, com certeza... não estava. Doeu menos, mas doeu.
Vi você falar de uma outra estória que era única, que nunca tinha vivido. É claro que não. Não se lembra mais. Não se lembra mais da nossa que também era única, simplesmente porque não é mais.
Nosso amor é algo localizado no Triângulo das Bermudas. A cada dia grita alguma coisa, mas com a voz mais distante, mais fraca. E longe assim eu vou ficando, assim como essa bobagem que estou escrevendo.

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